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domingo, 20 de novembro de 2016
quinta-feira, 6 de outubro de 2016
terça-feira, 2 de agosto de 2016
quarta-feira, 15 de junho de 2016
terça-feira, 7 de junho de 2016
CONTEUDOS PARA COMPENSAÇÃO DE AUSENCIAS REFERENTE AO 2º BIMESTRE
Todos os alunos das 8ªs SÉRIES que estão com excesso de faltas nos meses de ABRIL e MAIO e JUNHO, por favor, procurem a professora Rosi Bueno ( Historia ) para serem comunicados sobre os trabalhos.
Conteúdos:
* Nazismo;
* Fascismo;
II Guerra Mundial:
*A vida nos tempos de guerra;
* O papel das mulheres na guerra,
* A guerra fora da Europa
A república brasileira
* O nascimento do Brasil republicano;
* A constituição de 1881;
* Os governos militares;
* A política dos governadores;
* As revoltas na República Velha
Sobre as pesquisas :
Conteúdos:
* Nazismo;
* Fascismo;
II Guerra Mundial:
*A vida nos tempos de guerra;
* O papel das mulheres na guerra,
* A guerra fora da Europa
A república brasileira
* O nascimento do Brasil republicano;
* A constituição de 1881;
* Os governos militares;
* A política dos governadores;
* As revoltas na República Velha
Sobre as pesquisas :
- A entrega das pesquisas será até o dia 24/ 06/2016.
- Todas as pesquisas devem ser impressas,encadernadas e/ou em folhas de papel almaço desde que tenha letra legível.
- Devem seguir as normas da ABN ( procurem a postagem no link COMPENSAÇÃO DE AUSÊNCIAS ).
- Devem ter conclusão.
República Velha – Revoltas
República Velha – Revoltas
Revolta de Canudos
Antônio Conselheiro chegou em 1893 a uma velha fazenda abandonada no sertão baiano e ali liderou a formação de Canudos. Desde os tempos do império ele fazia pregações que atraíam multidões de moradores do sertão nordestino
A Revolta de Canudos ocorreu entre os anos de 1893-1897 na Bahia. Milhares de pessoas se mudaram para Canudos. Buscavam paz e justiça em meio à fome e à seca do sertão.
Comandada por Antônio Conselheiro, a população vivia num sistema comunitário, em que as colheitas, os rebanhos e o fruto do trabalho eram repartidos. Só havia propriedade privada dos bens de uso pessoal. Não havia cobrança de impostos nem autoridade policial. A prostituição e a venda de bebidas alcoólicas eram rigorosamente proibidas.
O povoado de Canudos tinha leis próprias, não obedecendo ao poder público que governava o país. Representava uma alternativa de sociedade para os sertanejos que desejavam fugir da dominação dos grandes coronéis.
Os fazendeiros baianos e a elite política local temiam o crescimento de Canudos e passaram a exigir providências do governo para destruir a comunidade.
Os inimigos da comunidade de Canudos diziam que ali viviam fanáticos, loucos e monarquistas. A história tradicional repetiu essas acusações como se fossem verdades absolutas. Assim, não considerava que um dos principais motivos que uniam os sertanejos de Canudos era a necessidade de fugir da fome e da violência.
A religiosidade foi a forma encontrada pelos sertanejos para traduzir sua revolta e sua vontade de construir uma ordem social diferente.
A destruição de Canudos
Como as tropas dos coronéis locais e do governo estadual baiano não conseguiram esmagar as forças de Canudos, o governo federal entrou na luta. Várias tropas militares enviadas pelo poder central foram derrotadas. Um poderoso exército de 7 mil homens foi organizado pelo próprio ministro da Guerra. Canudos foi completamente destruído em 5 de outubro de 1897; mais de 5 mil casas foram incendiadas pelo exército.
Guerra do Contestado
Ocorreu entre os anos de 1912 a 1916, na fronteira entre Paraná e Santa Catarina, numa região contestada (disputada) pelos dois estados. Nessa área, era grande o número de sertanejos sem-terra e famintos que trabalhavam sob duras condições para os fazendeiros locais e duas empresas norte-americanas que atuavam ali.
Os sertanejos de Contestado começaram a se organizar sob a liderança de um “monge” chamado João Maria. Após sua morte, surgiu em seu lugar um outro “monge”, conhecido como José Maria (Miguel Lucena Boaventura).
Reuniu mais de 20 mil sertanejos e fundou com eles alguns povoados que compunham a chamada “Monarquia Celeste”. A “monarquia” do Contestado tinha um governo próprio e normas igualitárias, não obedecendo às ordens emanadas das autoridades da república.
Os sertanejos do Contestado foram violentamente perseguidos pelos coronéis-fazendeiros e pelos donos das empresas estrangeiras, com o apoio das tropas do governo. O objetivo era destruir a organização comunitária dos sertanejos e expulsá-los das terras que ocupavam.
Em novembro de 1912, o monge Jose Maria foi morto em combate e “santificado” pelos moradores da região. Seus seguidores, criaram novos núcleos que foram, combatidos e destruídos pelas tropas do exercito brasileiro.
Os últimos núcleos foram arrasados por tropas de 7 mil homens armados.
Messianismo
Na história do Brasil, o termo messianismo é usado para dar nome aos movimentos sociais nos quais milhares de sertanejos fundaram comunidades comandadas por um líder religioso.
Surgiu em áreas rurais pobres atingidas pela miséria. Seus dois principais componentes eram a religiosidade popular do sertanejo e seu sentimento de revolta.
Na República Velha, os dois principais exemplos de messianismo foram os movimentos de Canudos e do Contestado.
Cangaço: Revolta e Violência no Nordeste
Ocorreu entre os anos de 1870 a 1940 (setenta anos), no Nordeste do Brasil.
Para alguns pesquisadores, ele foi uma forma pura e simples de banditismo e criminalidade. Para outros foi uma forma de banditismo social, isto é, uma forma de revolta reconhecida como algo legítimo pelas pessoas que vivem em condições semelhantes.
Motivos para o acontecimento do cangaço:
Miséria, fome, secas e injustiças dos coronéis-fazendeiros produziram no semi-árido do Nordeste um cenário favorável à formatação de grupos armados conhecidos como cangaceiros. Os cangaceiros praticavam crimes, assaltavam fazendas e matavam pessoas.
Os dois mais importantes bandos do cangaço foi o de Antônio Silvino e o de Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, o “Rei do Cangaço”.
Depois que a polícia massacrou o “bando de Lampião”, em 1938, o cangaço praticamente desapareceu do Nordeste.
Veja mais: O Cangaço e os Cangaceiros.
Revolta da Vacina
No governo do presidente Rodrigues Alves (1902-1906), o Rio de Janeiro, era uma cidade no qual a população enfrentava graves problemas: pobreza, desemprego, lixo amontoado nas ruas, muitos ratos e mosquitos transmissores de doenças. Milhares de pessoas morriam em conseqüência de epidemias como febre amarela, peste bubônica e varíola.
Os primeiro governos republicanos queriam transformar o Rio de Janeiro na “capital do progresso”, que mostrasse ao país e ao mundo “o novo tempo” da República.
Coube ao presidente Rodrigues Alves a decisão de reformar e modernizar o Rio de Janeiro.
Os cortiços e os casebres dos bairros centrais foram demolidos. A população foi desalojada e passou a morar em barracos nos morros do centro ou em bairros distantes do subúrbio.
Combater as epidemias era um dos principais objetivos do governo; o medico Oswaldo Cruz, diretor da Saúde Pública, convenceu o presidente a decretar a lei da vacinação obrigatória contra a varíola.
A população não foi esclarecida sobre a necessidade da vacina. Diversos setores da sociedade reagiram à vacina obrigatória: havia os que defendiam que a aplicação de injeções em mulheres era imoral, ou que a obrigatoriedade ia contra a liberdade individual. Outros, não compreendiam como uma doença poderia ser evitada com a introdução de seu próprio vírus no corpo.
Revolta da Chibata
Ocorreu no Rio de Janeiro, foram os marinheiros que se revoltaram contra os terríveis castigos físicos a que eram submetidos.
Ficou conhecido como Revolta da Chibata, porque os marinheiros queriam mudanças no Código de Disciplina da Marinha, que punia as faltas graves dos marinheiros com 25 chibatadas. Além dos castigos físicos, os marinheiros reclamavam de má alimentação e dos miseráveis salários que recebiam.
Veja mais em: Revolta da Chibata
Tenentismo
Foi o movimento político-militar que, pela luta armada, pretendia conquistar o poder e fazer reformas na República Velha. Era liderado por jovens oficiais das Forças Armadas, principalmente tenentes.
Principais propostas do Tenentismo:
- Queriam a moralização da administração pública;
- Queriam o fim da corrupção eleitoral;
- Reivindicavam o voto secreto e uma justiça Eleitoral confiável;
- Defendiam a economia nacional contra a exploração das empresas e do capital estrangeiro;
- Desejavam uma reforma na educação pública para que o ensino fosse gratuito e obrigatório para todos os brasileiros.
A maioria das propostas contava com a simpatia de grande parte das classes médias urbanas, dos produtos rurais que não pertenciam ao grupo que estava no poder e de alguns empresários da indústria.
Veja mais: Tenentismo.
Revolta do Forte de Copacabana
Primeira Revolta Tenentista, iniciou em 05/07/1922.
Foi uma revolta para impedir a posse do presidente Artur Bernardes.
Tropas do governo cercaram o Forte de Copacabana, isolando os rebeldes. Dezessete tenentes e um civil saíram para as ruas num combate corpo-a-corpo com as tropas do governo. Dessa luta suicida, só dois escaparam com vida: os tenentes Eduardo Gomes e Siqueira Campos.
O episódio ficou conhecido como Os Dezoito do Forte.
Revoltas de 1924
Dois anos depois da Primeira Revolta ocorreram novas rebeliões tenentistas em regiões como o Rio Grande do Sul e São Paulo.
Depois de ocupar a capital paulista, as tropas tenentistas abandonaram suas posições diante da ofensiva armada do governo.
Com uma numerosa tropa de mil homens, os rebeldes formaram a coluna paulista, que seguiu em direção ao sul do país, ao encontro de outra coluna militar tenentista, liderada pelo capitão Luís Carlos Prestes.
Coluna Prestes
As duas forças tenentistas uniram-se e decidiram percorrer o interior do país, procurando apoio popular para novas revoltas contra o governo. Nascia aí a Coluna Prestes, pois ambas tropas eram lideradas por Prestes.
Durante mais de dois anos (1924 a 1926), a Coluna Prestes percorreu 24 mil quilômetros através de 12 estados. O governo perseguia as tropas da Coluna Prestes que, por meio de manobras militares, conseguia escapar. Em 1926 os homens que permaneciam na Coluna Prestes decidiram ingressar na Bolívia e desfazer a tropa.
A Coluna Prestes não conseguiu provocar revoltas capazes de ameaçar seriamente o governo, mas também não foi derrotada por eles. Isso demonstrava que o poder na República Velha não era tão inatacável.
http://www.coladaweb.com/historia-do-brasil/republica-velha-revoltas- visitado em 07/06/2016
segunda-feira, 30 de maio de 2016
domingo, 15 de maio de 2016
terça-feira, 26 de abril de 2016
segunda-feira, 18 de abril de 2016
terça-feira, 12 de abril de 2016
Independência Americana
Independência dos EUA
Antes da Independência, os EUA eram formados por treze
colônias controladas pela metrópole: a Inglaterra. Dentro do contexto histórico
do século XVIII, os ingleses usavam estas colônias para obter lucros e recursos
minerais e vegetais não disponíveis na Europa. Era também muito grande a exploração
metropolitana, com relação aos impostos e taxas cobrados dos colonos
norte-americanos.
Colonização dos Estados Unidos
Para entendermos melhor o processo de independência
norte-americano é importante conhecermos um pouco sobre a colonização deste
território. Os ingleses começaram a colonizar a região no século XVII. A
colônia recebeu dois tipos de colonização com diferenças acentuadas:
- Colônias do Norte : região colonizada
por protestantes europeus, principalmente ingleses, que fugiam das perseguições
religiosas. Chegaram na América do Norte com o objetivo de transformar a região
num próspero lugar para a habitação de suas famílias. Também chamada de Nova
Inglaterra, a região sofreu uma colonização de povoamento com as seguintes
características : mão-de-obra livre, economia baseada no comércio, pequenas
propriedades e produção para o consumo do mercado interno.
- Colônias do Sul : colônias como a
Virginia, Carolina do Norte e do Sul e Geórgia sofreram uma colonização de
exploração. Eram exploradas pela Inglaterra e tinham que seguir o Pacto
Colonial. Eram baseadas no latifúndio, mão-de-obra escrava, produção para a
exportação para a metrópole e monocultura.
Guerra dos Sete Anos
Esta guerra ocorreu entre a Inglaterra e a França entre
os anos de 1756 e 1763. Foi uma guerra pela posse de territórios na América do
Norte e a Inglaterra saiu vencedora. Mesmo assim, a metrópole resolveu cobrar
os prejuízos das batalhas dos colonos que habitavam, principalmente, as
colônias do norte. Com o aumento das taxas e impostos metropolitanos, os
colonos fizeram protestos e manifestações contra a Inglaterra.
Metrópole aumenta taxas e impostos
A Inglaterra resolveu aumentar vários impostos e taxas,
além de criar novas leis que tiravam a liberdade dos norte-americanos. Dentre
estas leis podemos citar: Lei do Chá (deu o monopólio do comércio de chá para
uma companhia comercial inglesa), Lei do Selo ( todo produto que
circulava na colônia deveria ter um selo vendido pelos ingleses), Lei do Açúcar
(os colonos só podiam comprar açúcar vindo das Antilhas Inglesas).
Estas taxas e impostos geraram muita revolta nas
colônias.
Um dos acontecimentos de protesto mais conhecidos foi a
Festa do Chá
de Boston ( The Boston Tea Party ). Vários colonos invadiram, a noite, um navio
inglês carregado de chá e, vestidos de índios, jogaram todo carregamento no
mar. Este protesto gerou uma forte reação da metrópole, que exigiu dos
habitantes os prejuízos, além de colocar soldados ingleses cercando a cidade.
Primeiro Congresso da Filadélfia
Os colonos do norte resolveram promover, no ano de 1774,
um congresso para tomarem medidas diante de tudo que estava acontecendo. Este
congresso não tinha caráter separatista, pois pretendia apenas retomar a
situação anterior. Queriam o fim das medidas restritivas impostas pela
metrópole e maior participação na vida política da colônia.
Porém, o rei inglês George III não aceitou as propostas
do congresso, muito pelo contrário, adotou mais medidas controladoras e
restritivas como, por exemplo, as Leis Intoleráveis. Uma destas leis, conhecida
como Lei do Aquartelamento, dizia que todo colono norte-americano era obrigado
a fornecer moradia, alimento e transporte para os soldados ingleses. As Leis
Intoleráveis geraram muita revolta na colônia, influenciando diretamente no
processo de independência.
Segundo Congresso da Filadélfia
Em 1776, os colonos se reuniram no segundo congresso com
o objetivo maior de conquistar a independência. Durante o congresso, Thomas
Jefferson redigiu a Declaração de Independência dos Estados Unidos da América.
Porém, a Inglaterra não aceitou a independência de suas colônias e declarou
guerra. A Guerra de Independência, que ocorreu entre 1776 e 1783, foi vencida
pelos Estados Unidos com o apoio da França e da Espanha.
Constituição dos Estados Unidos
Em 1787, ficou pronta a Constituição dos Estados Unidos
com fortes características iluministas. Garantia a propriedade privada
(interesse da burguesia), manteve a escravidão, optou pelo sistema de república
federativa e defendia os direitos e garantias individuais do cidadão.
AGORA RESPONDA:
1- Antes
da independência, os EUA eram colônia de que país? Como eles eram controlados
pela metrópole?
2- Caracterize
as colônias do NORTE e do SUL.
3- O que
foi a Guerra dos Sete Anos?
4- Quais
as leis criadas pela Inglaterra que geraram revolta nas colônias? Explique cada
lei.
5- Quais
os objetivos dos congressos que aconteceram na Filadélfia?
6- Caracterize
a Constituição Norte Americana.
quarta-feira, 6 de abril de 2016
Trotsky A revolução começa na escola
SINOPSE
'Trotsky - A Revolução Começa na Escola' é uma comédia sobre o jovem Leon Bronstein (Jay Baruchel), que se considera a reencarnação do ícone da Revolução Soviética Leon Trotsky. E, se o seu pai achou que era um boa ideia enviá-lo para uma escola pública após ele ter incentivado uma greve em sua própria fábrica, logo ele vai se arrepender, devido aos atos do filho no novo colégio.
terça-feira, 5 de abril de 2016
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